Maria Eduarda Paschoal

M.E. Paschoal

A Duda, pronto!

Nasci no dia 08 de julho de 1995, em Sorocaba-SP (Brasil). Meu gosto pela leitura surgiu aos 13 anos de idade, quando li pela primeira vez a saga Crepúsculo de Stephenie Meyer. Esse livro foi minha iniciação, o pontapé que eu precisava para começar a lapidar meu hábito de leitura. Nessa mesma época tive contato com as poesias de Fernando Pessoa e seus heterônimos, seus textos tiveram e têm grande influência sobre minha vida e minha escrita.

A partir daí busquei tantos outros autores e autoras que utilizavam as palavras como tradutoras de seus pensamentos e sensações, e decidi que eu percorreria o mesmo caminho: seria uma escritora. Senti que ser uma artesã de palavras era a expressão da minha alma, então fui amadurecendo meu sonho, aprimorando minha escrita e experimentando as diversas formas de se contar um história. Em 2009, aos 14 anos, ganhei meu primeiro concurso literário, o Rodamundinho, com a publicação do meu texto "O homem do futuro".

Aos 22 anos me formei em Teatro pela Universidade de Sorocaba (UNISO) e aos 23 publiquei meu primeiro livro "HAWK! O Som e a Espiral (parte 1)", pela Editora Pandorga. No mesmo ano (2018) participei como autora da 25ª Bienal do Livro de São Paulo. Em 2020 publiquei "As quatro fases da Lua", pela Editora Skull, a qual está lançando uma antologia chamada "O Conselho Feérico", composta por 9 autoras, da qual faço parte com o conto "Pela estrada afora".

 

Considero-me uma autora muito eclética, explorando diversos gêneros literários e me desafiando. Preocupo-me com a qualidade dos meus textos e a forma como componho frases e palavras, por isso que, se um dia você ler algum livro escrito por mim, encontrará não apenas uma história, mas, sim, uma fonte rica de sinônimos, metáforas e sinestesia. Os leitores costumam dizer que minha prosa é recheada de poesia.

Minhas influências:

Carlos Ruiz Zafón, com a série Cemitério dos Livros Esquecidos; Clarice Lispector (A Hora da Estrela; A paixão segundo G.H.); Jane Austen (Orgulho e Preconceito; Razão e Sensibilidade); Marion Zimmer Bradley, com As Brumas de Avalon; Neil Gaiman, todos os arcos de história de Sandman; adoro os diálogos platônicos no livro O Banquete; Fernando Pessoa e seus heterônimos, de um modo mais especial Alberto Caeiro, com O Guardador de Rebanhos.

Nas minhas histórias você normalmente encontra o gênero Realismo Mágico, em que personagens humanos e aparentemente comuns se deparam com criaturas supremas, inimagináveis e divinas. Benignas ou não... isso você só descobre lendo.

DSC_0188.jpg

Além de escritora, também faço leituras em um oráculo chamado Baralho Cigano (o Lenormand). O arquétipo que me representa (encontrado a partir da somatória da minha data de nascimento) é a carta dos Pássaros, de número 12. A principal característica dessa carta é a comunicação. Alto astral, liberdade e alegria também são palavras-chave da carta dos pássaros. Transmite a autoexpressão e por isso eu a associo com a arte e suas vertentes... Coincidência? Acho que não.

QUER SABER MAIS?